Dorama A coroa perfeita
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Confesso que terminei A Coroa Perfeita completamente envolvida com essa história — e talvez até mais do que eu imaginava.
Comecei o dorama sem tantas expectativas, mas já tinha aquela sensação de que provavelmente iria gostar, principalmente por causa dos protagonistas. O Byeon Woo-seok já tinha me conquistado em Lovely Runner e Passarela dos Sonhos, então eu estava bem curiosa para vê-lo em mais um papel. Já a protagonista, Lee Ji-eun (a nossa querida IU), além de ser uma cantora incrível, também já brilhou em doramas que eu amei, como Hotel del Luna e Se a Vida Te Der Tangerina.
E olha… no fim das contas, A Coroa Perfeita me conquistou de verdade. É aquele tipo de dorama que vai te envolvendo aos poucos, fazendo você se apegar aos personagens e querer descobrir o que vem pela frente. Sem dúvida, virou uma indicação minha.
Mas nem tudo ficou apenas no romance e na história encantadora. Recentemente, o dorama acabou entrando em uma polêmica depois da exibição do penúltimo episódio. Fãs coreanos começaram a apontar alguns elementos históricos considerados delicados e sensíveis para a cultura do país.
O assunto que mais gerou comentários foi o uso de uma coroa pelo grão-príncipe, já que algumas pessoas associaram o visual a um período histórico sensível da Coreia. Isso acabou levantando discussões entre fãs e até pedidos para mudanças.
Confesso que isso também me fez refletir sobre algo interessante: doramas e séries vão muito além da ficção. Principalmente quando a história envolve elementos históricos ou culturais, o público observa tudo nos mínimos detalhes. E faz sentido, né? Acho que isso também serve como um alerta para produções de época pesquisarem bastante antes de incluir determinados símbolos ou referências.
Mesmo com toda essa discussão, a história continua sendo muito envolvente e vale a pena dar uma chance.
Sinopse:“Na Coreia do Sul do século 21, governada por uma monarquia constitucional, uma herdeira chaebol que tem tudo, menos status, tenta controlar o próprio futuro após cruzar o caminho de um príncipe que não tem nada — além do status.”

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